A foto ao alto mostra Morro de São Paulo, lindo baleário baiano que tem se tornado um dos points de militares israelenses em férias no Brasil. Eles hoje desfrutam de muitas benesses em seu lugar predileto da Bahia, onde há cardápios e hebraico, bandeiras do País deles espalhadas pela região e até uma sinagoga improvisada onde podem rezar. Não se tem notícia da existência da rabinos no lugar. Na foto abaixo, do lado esquerdo, aparece um soldado de Israel que se divertia por terras baianas e teve que voltar às pressas para seu país porque era acusado de crimes de guerra e uma juíza determinou que ele fosse investigado. Procurado pela Polícia Federal, teve fim antecipado de festa no "paraíso tropical"...
Antes que alguém acuse esse artigo de antissemita, é preciso dizer duas coisas. Primeiro, que ele é antissionista. Segundo, que o Brasil é signatário de acordos internacionais contra criminosos de guerra e não pode tolerar a presença deles em nosso território. Da mesma forma que Benjamim Netanyahu, os soldados que assassinam palestinos na Faixa de Gaza, na Cisjordânia ocupada ou em quaisquer outros lugares têm que ser presos e entregues ao Tribunal Penal Internacional (TPI) para serem julgados, preferencialmente em Haia, na Holanda.
Há registros de que chega a cinco mil o número de militares isreelenses em folga que escolhem o litoral da Bahia para o descanso de depois do serviço militar. Ou, melhor dizendo, depois da matança de palestinos que pode incluir mulheres, idosos e crianças. E eles não têm sido incomodados a não ser pela juíza que fez um voltar às pressas para Tel Aviv ou então o outro que ajudou a roubar a bandeira palestina destinada a ser queimada e só a devolveu porque a Polícia foi chamada e determinou essa revolução.
Eles são mal educados. Moradores locais reclamam que sujam as praias e não as limpam, tratam mal as pessoas, recusam-se a falar em qualquer outro idioma que não seja o hebraico e o inglês e importunam mulheres. Com a ajuda do tal garçon, tiraram a bandeira da Palestina das mãos da turista brasileira para a queimar em seguida. Não o fizeram por pouco. Mas a Polícia que impediu a destruição do objeto também nada fez contra eles.
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| A Grande Israel marcada em vermelho |
Até nos Estados Unidos a extrema direita de lá está cansada do apoio incondicional que seu governo dá ao sionismo de Israel e ao primeiro ministro procurado pela Justiça. Hoje o Estado Judeu só existe como tal graças ao apoio norte-americano. E com esse apoio ocupa a Faixa de Gaza, a Cisjordânia e agora tenta legalizar terras ocupadas ilegalmente graças a uma "decisão" de seu país. A intenção é a de que a Palestina seja totalmente inviabilizada, dividida que já está, cortada ao meio pela presença judaica em seus territórios.
Recentemente Netanyahu declarou que os judeus são o povo escolhido por Deus para viver na terra. E com esse salvo conduto o governo do país ocupa a cada dia mais territórios estrangeiros à força para criar a Grande Israel bíblica. Ontem mesmo, cúmulo dos cúmulos, Donald Trump dirigiu a 1ª reunião de seu Conselho da Paz, um convescote de medíocres formado por grande maioria de Estados inexpressivos e líderes neofascistas. Lá ele determinou aos outros membros o que cada um deveria falar no tempo de dois minutos e ocupou parte de seu tempo, o que só ele define como será, para ameaçar o Irã de guerra. Quanta paz!
O Brasil não pode silenciar. Nem pecar por omissão, e hoje não basta se recusar a fazer parte desse conselho espúrio. Também é preciso mostrar aos sodados com sangue nas mãos que Morro de São Paulo ou outros lugares de nosso país não são a Casa de Mãe Joana.







