12 de fevereiro de 2026

O nazismo que mora em nós

Essa foto acima foi tirada em Santa Catarina nos anos de ascenção mundial do nazismo, antes de 1939. Deveria ser vista como coisa do passado, mostras de um tempo que não volta mais, pois todos sabemos quais foram os resultados da II Grande Guerra. Mas a gente encontra o modelito em diveros lugares desse Estado do Sul do Brasil ainda hoje. E em franco crescimento! O cãozinho Orelha, supliciado recentemente, que o diga. Seu mal foi acreditar no ser humano. Mais precisamnete nesse ser humano atual que crê, dentre outras coisas, em superioridade racial e no direito de matar outros seres "inferiores", humanos ou não.

Um dia chamei o estado brasileiro de Santa CataReich e um conhecido filho de catarinenses me abordou na rua: "Pô, não faz isso!". Quem faz, meu caro, comanda seu estado eleito pelos descendentes de seus familiares. Em nenhum outra unidade da Federação células nazifascistas florecem e se multiplicam com mais facilidade. Por isso o cão Orelha, que vivia numa praia de lá, acreditou que não corria perigo perto de moleques capazes de matá-lo por nada além da satisfação de vê-lo sofrer. Isso é parte da crença deles, bem como do fato de a Polícia proteger quem faz o mal mas tem poder e o usa para encobrir crimes.

Orelha (foto ao lado) é apenas um exemplo de como funcionam as mentes politicamente criminosas do Brasil. Elas acreditam estar acima das leis e usam de seu poder para fazer valer o pensamento pela força. O cachorrinho vira latas, coitado, não teve tempo de correr antes de ser atingido. Sua morte provocou comoção popular, mas logo será esquecida. Os papais e mamães que mandaram alguns dos criminosos para os Estados Unidos antes de o caso poder ser abafado, logo logo terão os rebentos em casa. No futuro quem sabe eles vão tomar coragem para matar um ou mais moradores em situação de rua. Esse parece ser o destino traçado para eles.

Aumentam a olhos vistos os casos de violência sobretudo da Polícia Militar catarinense, o Estado que já tem 52 células nazistas identificadas nos dias atuais. Depois que o governador Jorginho Melo retirou as câmaras corporais dos PMs do Estado, o crescimento da violência contra o cidadão atigiu 160 por cento. O Estado Democrático e de Direito se deteriora a olhos vistos por lá. Em ataques ao cidadão comum o uso do "mata leão" é prática costumeira embora todos saibamos que isso pode levar à morte. E já são incontáveis os casos de agressões também contra mulheres em vias públicas.

Recentemente comemorava-se a festa de um ano de fundação de uma barbearia em Florianópolis quando a Polícia Militar chegou para combater a "perturbação do sossego". Agindo como o ICE de Donald Trump a tropa usou de violência sem medir consequências. Uma mulher foi agredida pelo pescoço e levou golpe de cabo de fuzil contra as costas. Houve gritos, spray de pimenta. Quem tentava impedir aquele massacre era agredido com golpes de enforcamento. Com mata leão. Era uma exibição de selvageria das tropas de Jorginho, o governador sem leis.

É irônico, mas as primeiras células de partido nazista fora da Alemaha surgiram em 1934 em Santa Catarina. Cresceram. Nunca deixaram de existir, sobretudo e principalmente durante a ditadura militar. Infelizmente, desgraçadamente o novo nazismo viceja no Sul do Brasil. Tenta tomar também São Paulo onde o Governo Tarcísio de Freitas teve que ser obrigado a botar filmadoras nos uniformes dos PMs, mas onde tambem a violência cresce de forma desmedida. O Paraná, Rio de Janeiro e Goiás também. Por aqui pelo Espírito Santo a PM capixaba que um dia da foi adepta do diálogo e da psicologia, hoje usa e abusa da violência contra o cidadão comum com a desculpa de estar protegendo a sociedade contra o crime e os criminosos.

O naziso mora em nós. Precisamos lutar contra ele dioturnamente.

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